8 de maio de 2011

Ogre Battle: The March of The Black Queen

Originalidade. Essa é uma palavra que eu adoro. Outro dia eu estava jogando Ogre Battle, um jogo de estatégia de Super Nintendo feito pela Enix. E jogando esse treco, descobri uma coisa muito interessante a respeito da palavra "originalidade".
Deixando de enrolação! Vamos à ficha técnica do jogo!



Nome completo: Ogre Battle: The March of The Black Queen
Plataforma: Super Nintendo (possui continuações para outros sistemas, como o 64, mas só joguei esse)
Por quê é tão foda?: Acredito ter sido um dos poucos jogos de estratégia que deram certo em consoles (boa parte deles são...digamos...podres...). Ele mistura elementos de estratégia (diferente de fire emblem, cuja ação é por turnos, Ogre Battle chega muito perto do que chamamos hoje de estratégia em tempo real) com RPG, em que os personagens avançam de nível e podem mudar de classe (seria os promórdios do ragnarok? nah...o jogo eh bom demais pra se comparar a ragnarok... xD)
Cada esquadrão leva até 5 unidades, e dependendo de quem você escolher como líder do esquadrão, você pode recrutar unidades diferentes (um guerreiro recruta unidades deferentes de um clérigo por exemplo), tornando seu grupo cada vez mais diversificado (podendo mistrurar unidades recrutadas por 2 esquadrões diferentes para formar um novo por exemplo). Também é possível possuir em seu grupo algumas criaturas, como grifos e dragões, cada um com habilidades próprias. Além disso,seus personagens atacarão de maneira diferente dependendo da posição em que são colocados. Um clerigo posicionado na parte de trás utilizará habilidades de cura, mas o mesmo clérigo colocado a frente do grupo atécará com energia divina. (até eu sacar que pro meu mago parar de dar porrada e usar magia precisava colocar ele na retaguarda...bem... demorou um pouquinho xDDDDDDDD). Outro destaque é a utilização de cartas de tarô mágicas para auxiliar no combate. Elas possuem uso limitado, mas possuem efeitos devastadores. E como eu adoro essas coisinhas de carta...oh well, uso tarô adoidado xD
Ponto Fraco: O jogo não é lá muito auto-explicativo... pra fazer algumas coisas tem que ser na base da tentativa e erro. Nas maiorias das side quests você num entende nada do que é pra fazer, e encontrar algumas cidades escondidas e tesouros enterrados, apesar de trazer benefícios, as veses pode ser um pé no saco quando o mapa é muito grande... =P

Falando sério, esse jogo é muito bom. Possui um nivel de dificuldade impressionante (claro que, diferente de fire emblem, é possível zerar sem usar save state xD) mas mesmo assim não é frustrante. Uma das coisas que eu mais gosto nesse jogo é o início. Você encontra com um sábio que começa a fazer uma série de perguntas. Dependendo de suas respostas, ele te dirá que carta de tarô você mais se identifica, e o seu personagem principal terá poderes relacionados a esta carta. Se suas respostas foram malignas, você provavelmente irá pegar a carta devil ou death, e seu personagem terá um ataque das trevas por exemplo.
É engraçado, meu teste de personalidade deu a carta justiça...Como se eu sou caótico e num sigo as leis? Foi o que eu pensei na época...mas hoje sou estudante de Direito...vai entender o que as cartas revelam...

Lembra o que eu falei de "originalidade" antes?
Pois bem. Uma das coisas que mais me intriga na vida é a criação de nomes para personagens ou de lugares. Normalmente, um personagem que eu crio ou se chama Sardinha, ou se chama Kail. Falta de originalidade né? Pois é...sempre invejei esses jogos de RPG com tantos nomes legais...pois bem, o que isso tem a ver né?
Eu estava tranquilo jogando Ogre Battle...numa fase de floresta...
Pensando na vida enquando eu esmagava o exército inimigo...quando de repente eu me deparo com uma cidade no meio do nada. Fui conquistá-la, logicamente. E para a minha surpresa...

    -Sou o um novo descobridor!? o.O

Eu descobri o ACRE!!!!! O Acre existe minha gente /o/
Este foi o meu pensamento...engraçado né???

Logo pensei "ah ah!!!vou postar no meu blog que o Acre existe!!! Deixa soh eu esmagar mais uma cidade inimiga aki..." quando de repente...
Holy Smokes!!!





















Ok...encontrar o Acre é uma coisa, agora encontrar o Pará tmb? essa coincidência me pareceu muito estranha!!!

Dai me deparo com isso, e com isso!!!
Vai Cebolinha!!!!

E nãaaaaaao satisfeito, fui conquistar o castelo principal da fase. Olha o nome da lugar!!!
Sardinha, o conquistador de estados? o.O

É...eu achava que eu era pouco original...(Lolaima é foda, parece o cebolinha falando xD)
Pois é...isso é o que eu tenho pra falar sobre originalidade...oh well...essas foram as cidades que eu encontrei...agora estou numa missão, vou para o nordeste! o.O
Férias no Nordeste!!!

É, eu num tava brincando... o.o'

Bem pessoal, o programa acabou, agradeço a audiência de vocês xD
Até o próximo post pessoal!Abraço! /o/

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